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22 de Novembro - Dia da Música!!!



“A música é o meio mais poderoso do que qualquer outro porque o ritmo e a harmonia têm sua sede na alma. Ela enriquece esta última, confere- lhe a graça e ilumina aquele que recebe uma verdadeira educação.”
Platão

Platão concebia a realidade e a expressava através de uma tradição mitológica, em que acreditava nas divindades como seres regentes do mundo e de tudo que se encontrava nele.
A arte em Platão se encontrava ligada as questões relacionadas à ética e a política. 
Vendo a instabilidade da vida política grega, o pensador percebeu a necessidade de se buscar uma melhor formação ética para a sociedade, a fim de impedir que desejos individuais não sobressaíssem nas decisões políticas vigentes.
Para os gregos, tanto a música como as outras artes pertenciam à “arte das musas”, que eram conhecidas como seres celestiais, divindades que inspiravam as artes e as ciências. Essa crença dominou fortemente a sociedade grega até a difusão dos escritos de Pitágoras, que foi o primeiro pensador ocidental a sistematizar os sons naturais, a 
música.
Ele percebeu a existência de uma seqüência matemático-sonora na batida dos diferentes martelos do ferreiro, em que cada um tinha um peso específico. Dessa observação pôde construir um sistema musical que se baseava numa escala de quatro sons – o tetracorde. 
Percebeu também que da união de dois tetracordes formavam-se escalas de oito notas, que vieram a ser denominadas como: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si e dó, com uma oitava acima, chegando assim à melodia ou sistema moda.

Pitágoras, de certa forma, traz a razão para a arte musical objetivando-a, influenciando fortemente Platão. Já outro pensador, que também o influencia decisivamente, é Sócrates. Antes de conhecê-lo, conforme é relatado, Platão era apenas um poeta, só depois se tornou um filósofo. Sócrates, no que diz respeito à música foi entusiasmado por Dâmon, o Areopagita, considerado o primeiro pensador que introduz metodologicamente a música na educação grega. Além deste pensador ter causado uma enorme influência em Sócrates, também influenciou Platão.Tendo contato com o pensamento de Pitágoras, de Dâmon e de Sócrates, Platão inicia uma reflexão racional para argumentar quais formas musicais deveriam ser valorizadas na formação ideal do cidadão para a vida, buscando de certa forma, fugir da tradição mitológica grega, que ainda insistia em acreditar exclusivamente que os feitos artísticos eram realizados somente por uma inspiração divina, negando assim o caráter racional da arte.O filósofo também procurou sistematizar a razão em conformidade com as emoções, harmonizando o inteligível com o sensível, fato notado nos seus 26 diálogos, todos tratando temas filosóficos de caráter racional-emotivo.Ele afirmava a existência de dois mundos distintos: o mundo das idéias e o mundo das aparências. Fazia parte do mundo das idéias a alma e a mente, já do mundo das aparências, o corpo e a sombra, fato visto em sua conhecida alegoria da caverna, que se encontra no VI livro da República.Pensava que essa divisão serviria também como uma orientação para sistematizar e se entender os desejos e as ações humanas e suas conseqüências, tanto para o individuo quanto para a sociedade.Não percebemos, em muitas ocasiões, que um homem. Levado pela violência de seus desejos a agir contra a razão que calcula, prejudica-se e se levanta contra o que tem em si mesmo, de que sofre a violência; e que, como se tratasse da luta entre dois partidos, a razão encontra um aliado no ardor do sentimento que anima esse homem?
Buscou problematizar até quando essa relação poderia ser harmônica ou quando poderia deixar de ser. Para ele, é buscando uma harmonização entre estes dois mundos que os cidadãos gregos poderiam chegar a viver uma vida melhor. Na alma do homem há como que uma parte melhor, outra pior; quando a melhor por natureza domina a pior, chama-se a isso ser senhor de si –o que é um elogio, sem dúvida; porém, quando devido a uma má educação ou companhia, a parte melhor, sendo menor, é dominada pela superabundância da pior, a tal expressão censura o fato como coisa vergonhosa, e chama ao homem que se encontra nessa situação escravo de si mesmo e libertino.


Amazonas - Festival Folclórico de Parintins



O nome Amazonas foi originalmente,dado ao rio que banha o estado pelo capitão espanhol Francisco de Orellana, quando o desceu em todo o seu comprimento, em 1541. Afirmando ter encontrado uma tribo de índias guerreiras, com a qual teria lutado, e associando-as às Amazonas da mitologia grega, deu-lhes o mesmo nome. Segundo etimologia alternativa defendida pelo historiador Karl Lokotsch, o nome Amazonas é de origem indígena, da palavra amassunu, que quer dizer "ruído de águas, água que retumba".O Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a maior delas em território, com uma área de 1.570.745,680 km², constituindo-se na nona maior subdivisão mundial, sendo maior que as áreas da Alemanha, França,Reino Unido e Japão somadas. Seria o décimo oitavo maior país do mundo em área territorial, pouco superior à Mongólia, com seus 1,564,116 km². É maior que a área da Região Nordeste brasileira, com seus nove estados; e equivale a 2,25 vezes a área do Texas (696.200,0 km²). 

O Festival Folclórico de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último fim de semana de junho na cidade de Parintins,Amazonas. 
O festival é uma apresentação a céu aberto, onde competem duas associações, o Boi Garantido, de cor vermelha, e o Boi Caprichoso, de cor azul. A apresentação ocorre no Bumbódromo (Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes), um tipo de estádio com o formato de uma cabeça de boi estilizada, com capacidade para 35 mil espectadores. Durante as três noites de apresentação, os dois bois exploram as temáticas regionais como lendas, rituais indígenas e costumes dos ribeirinhos através de alegorias e encenações. O Festival de Parintins se tornou um dos maiores divulgadores da cultura local. 
O festival é realizado desde 1965 e já teve vários locais de disputa como a quadra da catedral de Nossa Senhora do Carmo, a quadra da extinta CCE e o estádio Tupy Cantanhede. Até que em 1987, o governador Amazonino foi assistir o festival, no mesmo local onde é o Bumbódromo, mas era um tablado. Ele gostou tanto da festa que prometeu construir um local do tamanho que o festival merecia e, no ano seguinte, em 1988, inaugurava o Bumbódromo.
Joice Oliveira, nascida em Cacoal, Amazonas...  De mãe por
parte materna, quanto paterna Baiana.
Posso Dizer sem dúvida nenhuma que por mais irracional que seja, ou sensato assim...
Nossa Origem diz muito sobre
nossos gostos musicais, vestes, personalidade e crença.
A qualquer de nós é dado
ser baiano, bem ou mal,
pois a Bahia é um estado
de espírito, nacional !

Só por milagre eu poria
numa quadrinha somente
a beleza da Bahia
sua terra e sua gente.

Tem tal encanto a Bahia,
tais magias ela tem,
que quem a conhece um dia
fica baiano também.

Bahia de hoje, como ontem,
santeira e crente até o fim:
- do Senhor dos Navegantes
do Senhor do Bonfim.

Bahia dos tabuleiros
das baianas, das babás,
das velhas Sés, dos mosteiros,
dos telhados coloniais.

Bahia de mil petiscos:
caruru e mungunzá,
caju, cachaça, mariscos,
acarajé, vatapá.

Dos quitutes e quindins,
das festas e foguetões,
dos santos e querubins
levados nas procissões.

Bahia sempre gostosa,
mais doce que velho vinho,
que ainda resiste, famosa,
no Largo do Pelourinho.

Bahia de D. João
do Visconde de Cairu:
- moleques de pé no chão
escravos de peito nu.
Do Brasil engatinhando,
subindo pelas ladeiras,
dos sobradões modorrando
sobre a algazarra das feiras.

Das cadeiras de arruar,
das carruagens, dos nobres,
dos ouros em cada altar,
das pratarias, dos cobres.

Bahia da liberdade,
de Castro Alves, seu condor,
onde a palavra saudade
é negra! - tem outra cor!

Bahia da inteligência,
de suas glórias ciosa:
da cultura, da eloqüência,
Bahia de Ruy Barbosa.

Bahia da independência,
contra a opressão e o esbulho,
da revolta da violência,
Bahia do 2 de julho !

Com o leite branco das pretas
tornaste a pátria viril,
e hoje flui das tuas tetas
o "ouro negro" do Brasil.

Bahia, velha Bahia...
Bahia nova também:
patrimônio de poesia
que a pátria guarda tão bem.

Bahia dos meus amores,
de trovadores aos mil,
de violeiros, cantadores:
"romanceiro" do Brasil!

A trova ja nasce feita,
e rima até com poesia
se a Bahia é a Musa eleita,
se a inspiração é a Bahia!



Bahia dos doces ventos
que sopram velas no mar,
dos coqueirais sonolentos
de curvas palmas pelo ar

Qualquer coisa da Bahia
todo brasileiro tem,
se até o Brasil, certo dia,
nasceu baiano também!

"A Bahia é a boa terra",
repito nos versos meus.
e a voz do povo não erra
- sua voz é a voz de Deus!

Ladeiras, praias, coqueiros,
igrejas, lendas, poesia,
- Cais do Mercado: saveiros . . .
- Natal da Pátria: Bahia!
Araújo jorge

7 de setembro - Hino Nacional

Meio atrasados, mas...
Mas...segue  aqui a história de nosso Hino Nacional...
Música comemorada e aplaudida em pé, em sinal de Honra, e glória de um povo.



Em 1831, Dom Pedro anunciou que estava deixando o trono de imperador do Brasil para seu filho e voltaria a Portugal. Foi a oportunidade que o músico Francisco Manuel da Silva estava esperando para apresentar a sua composição. Ele colocou a letra de um verso do desembargador Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva e o hino foi cantado pela primeira vez no dia 13 de abril de 1831, na festa de despedida de Dom Pedro I. Durante algum tempo, porém, a música teve o nome de "Hino 7 de Abril", data do anúncio da abdicação.




A letra de Ovídio Saraiva foi considerada ofensiva pelos portugueses. Eles foram chamados até de "monstros". Por isso, ela foi esquecida em pouco tempo, mas a partitura de Francisco Manuel da Silva começou a ser executada em todas as solenidades públicas a partir de 1837. Para comemorar a coroação de Dom Pedro II, em 1841, o hino recebeu novos versos, de um autor desconhecido. Por determinação de Dom Pedro II, a música passou a ser considerada o Hino do Império e deveria ser tocada todas vezes em que ele se apresentasse em público, em solenidades civis e militares, mas sem letra. Era também tocada no exterior sempre que o imperador estivesse presente. Francisco Manuel ficou bastante famoso. Recebeu vários convites para dirigir, fundar e organizar instituições musicais. Mas o Brasil continuava com um hino sem letra. 
Quando a República foi proclamada, em 1889, o governo provisório resolveu fazer um concurso para escolher um novo hino. Procurava-se algo que se enquadrasse no espírito republicano. Primeiro escolheram um poema de Medeiros e Albuquerque, que tinha sido publicado no jornal Diário do Comércio do Rio de Janeiro em 26 de novembro de 1889. É aquele que começa com o verso "Liberdade, Liberdade, abre as asas sobre nós". A letra se encontrava à disposição dos maestros que quisessem musicá-la. No primeiro julgamento, dia 4 de janeiro de 1890, 29 músicos apresentaram seus hinos. A Comissão Julgadora selecionou quatro para a finalíssima. No dia 15 de janeiro, numa sessão em homenagem ao Marechal Deodoro no Teatro Santana, perguntaram ao novo presidente se ele estava ansioso pela escolha do novo hino. Ele disse: "Prefiro o velho". Cinco dias depois, no Teatro Lírico do Rio de Janeiro, uma banda marcial composta de 70 figurantes, fanfarra e coro de 30 vozes regida pelo maestro Carlos de Mesquita executou as músicas finalistas. Na ordem, os hinos de Antonio Francisco Braga, Jerônimo de Queirós, Alberto Nepomuceno e Leopoldo Miguez. Nessa primeira audição, segundo o regulamento, estavam proibidos os aplausos. Após um curto intervalo, a banda executou de novo os quatro hinos. Aí, sim, o público pôde se manifestar. O mais aplaudido foi o do maestro Miguez, que também foi escolhido pela Comissão Julgadora. O presidente Deodoro e quatro ministros deixaram o camarote oficial e voltaram em seguida. O ministro do Interior, Aristides Lobo, leu o decreto que conservava a música de Francisco Manuel da Silva como hino nacional. Mesmo sem a partitura, a orquestra tocou a música e a platéia delirou. Como prêmio de consolação, a obra de Medeiros e Albuquerque e de Leopoldo Miguez ficou conhecida como o Hino da Proclamação da República. Só que o problema persistia: o Brasil tinha um hino sem letra. Mas, se a música já era tão bonita, por que precisava de uma letra? Por mais que alguém se habitue a uma música, se ela não tiver letra, fica mais difícil de ser memorizada. 
Só em 1909 é que apareceu o poema de Joaquim Osório Duque Estrada. Não era ainda oficial. Tanto que, sete anos depois, ele ainda foi obrigado a fazer 11 modificações na letra. Duque Estrada ganhou 5 contos de réis, dinheiro suficiente para comprar metade de um carro. O Centenário da Independência já estava chegando. Aí o presidente Epitácio Pessoa declarou a letra oficial no dia 6 de setembro de 1922. Como Francisco Manoel já tinha morrido em 1865, o maestro cearense Alberto Nepomuceno foi chamado para fazer as adaptações na música. Finalmente, depois de 91 anos, nosso hino estava pronto!

A cultura egípcia nos tempos antigos - Deus Thot

Os egípcios diziam que um de seus deuses, Thoth, inventou a música e que Osíris fez uso dela como parte de seus esforços para civilizar o mundo. Em um antigo material tem evidência de representação musical dos instrumentos utilizados pela música egípcia do período Pré-Dinástico, mas é fato seguro e evidente que eles utilizavam harpas, flautas e duplos clarinetes no período do Império Antigo. Instrumentos de percussão, harpas e alaúdes foram adicionados às orquestras a partir do Império Médio. Pratos frequentemente acompanhavam música e dança, e continuam o fazendo no Egito atualmente. As músicas populares do Egito, incluindo o tradicional ritual Sufi dhikr, são o mais próximo que o gênero contemporâneo pode estar da antiga música, tendo preservado muito das características, ritmos e instrumentos.Enfim eles misturam essas tradições antigas com elementos turcos, arábicos e ocidentais.


Abaixo: Deus Thot
Clarinete de Madeira

Marcus Garvey- Movimento Rastafari


Marcus Mosiah Garvey

Marcus Mosiah Garvey nasceu em 17 de agosto de 1887 na Baía de Santa Ana,Jamaica. Aos 14 anos de idade, largou a escola e foi trabalhar com seu padrinho que complementou sua educação e lhe deu emprego como aprendiz da gráfica. Garvey tinha paixão por livros, gosto que herdou do pai, um culto maçom e seu padrinho, dono de uma biblioteca particular da qual Garvey fez muito uso durante sua educação. Participou das primeiras organizações nacionalistas da Jamaica, e, em 1908, fez parte de uma greve promovida pelo sindicato tipográfico, seu primeiro movimento sindical. Como resultado da greve, perdeu seu emprego e foi colocado em uma lista negra dos empregadores privados da Jamaica. Contudo, conseguiu emprego na imprensa do governo.Na Jamaica, decidiu viajar pela América Central e do Sul onde tomou contato com a situação deplorável e calamitosa dos negros nessas localidades. Viajou em 1910 para a Costa Rica, tendo trabalhado como fiscal em uma plantação de bananas onde, dentre outras coisas, pôde observar de perto a situação dos negros nesse país. Decidiu que iria mudar a condição de vida dessas pessoas. Continuou suas viagens trabalhando e observando a situação do negro por regiões como o Canal do Panamá e em países como Equador, Honduras, Nicarágua, Guatemala, Colômbia, Chile e Peru. Em todos esses países, viu os negros sofrendo com o desemprego e passando fome e miséria, além, é claro, de sofrerem sobremaneira com o preconceito racial. Após suas viagens, voltou à Jamaica e apelou ao governo colonial jamaicano que fizesse algo pela situação dos trabalhadores nesses países, mas nada conseguiu do seu governo.


O MOVIMENTO RASTAFARI
A filosofia Rastafari se expandiu muito na década de 30 sob forte influência dos discursos inflamados de Marcus Garvey. As idéias de Garvey encontraram eco entre os líderes religiosos da Jamaica e ele ganhou fama de profeta. Sua pregação combinou-se a uma interpretação livre da Bíblia, especialmente do Velho Testamento. Garvey e seus seguidores identificavam-se com a história das tribos perdidas de Israel, vendidas aos senhores de escravos da Babilônia. Essa metáfora inicial gerou uma série de imagens simbólicas que se tornaram constantes na tradição oral dos rastas: “Babilônia”, “Zion”, .Das profecias atribuídas a Marcus Garvey, previa-se que um Rei Negro seria coroado na África e que esse rei seria o líder que conduziria os negros do mundo inteiro `a redenção. Quando, em 1930, Ras Tafari Tafari Makonnen foi proclamado rei da Etiópia, adotando o pomposo título de “Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Sua Majestade Imperial, Leão Conquistador da Tribo de Judá, Eleito de Deus”, os líderes religiosos e seguidores de Garvey na Jamaica reconheceram nele o Rei Negro de que o profeta havia falado. Ras Tafari, que adotou o nome de Haile Selassie I, proclamava-se legítimo herdeiro da antiga linhagem do Rei Salomão (que teve um filho com a rainha do reino etíope de Sabá) e seria o messias que libertaria os negros do mundo inteiro e os levaria de volta à terra de seus pais. Mais do que isso, ele passou a ser considerado por esses pregadores a própria encarnação de Deus, que, segundo sua interpretação da Bíblia, haveria de ser negro. Um trecho do Apocalipse de São João foi invocado como confirmação do destino do novo Rei da Etiópia: “Não chores! Eis aqui o Leão da Tribo de Judá, a raiz de David, que pela sua vitória alcançou o poder de abrir o livro e desatar os seus sete selos” (5:5).
Quando se fala de Jamaica e de Rastafari, impossível não mencionar Bob Marley e sua música,  que foi completamente influenciada completamente pelo movimento Rastafari e, consequentemente, por Marcus Garvey. Abaixo disponibilizamos uma apresentação de Bob Marley de sua canção AFRICA UNITE (com legendas traduzidas), onde podemos perceber claramente ambas influências: o conteúdo pan-africanista (Garvey) e da filosofia Rastafari.

O rastafarianismo, também conhecido como movimento rastafári ou Rastafar-I (rastafarai) é um movimento religioso que proclama Hailê Selassiê I (1), imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová encontrada no salmo 68:4 na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da trindade sagrada o "Messias" prometido. O termo rastafári tem sua origem em Ras ("príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação


Joropo - Venezuela


Na cultura venezuelana existe uma rica combinação de heranças. Os diferentes povos  espanhóis e africanos  que se uniram após a conquista espanhola, depois da imigração durante o século XX e  trouxeram  italianos, portugueses, árabes,alemães e outros... Dos países limites da América do Sul, 85% da população vive em áreas urbanas na parte norte do país. Sendo que quase metade da área terrestre da Venezuela se situe a sul do rio Orenoco, esta região contém apenas 5% da população. Mais de 96% da população identifica-se como Católica.
O folclore e a cultura popular são tipos regionais, com peculiaridades de linguagem, costumes e inclusive herança histórica, como os llaneros, vaqueiros das planícies; os maracuchos, os empresários da bacia do Maracaibo; os guayanases, habitantes do remoto planalto das Guianas; e os andinos, que vivem nas montanhas. Caracas concentra a maior parte das instituições culturais do país, como o Museu de Belas-Artes, fundado em 1938, o Museu de Arte Colonial, o Museu de Ciência Natural e a Biblioteca Nacional, com um acervo de mais de dois milhões de livros. Os principais grupos artísticos estão o Ballet Nuevo Mundo de Caracas e a Orquestra Sinfônica da Venezuela. A música é a mistura de espanhol e elementos africanos, o que representa o  país é o Joropo , utilizando ferramentas (francófonos e anglófonos do Caribe). Devido à influência cultural dos Estados Unidos era ouvir, hip-hop, dance, techno, rock e pop. De gosto musical muito diferente de países da América do Sul, a Colômbia tem apenas alguns gostos em comum como Llanera como nas planícies do leste da Colômbia é a expressão musical, como fronteira. O gosto musical do país é marcadamente Caribe, na Venezuela a salsa, o merengue e cumbia música é para ouvir e não apenas para dançar, como em outros países. Vale lembrar que a música é chamado Llanera música nacional, e vem das principais planícies do país (Edo. Barinas e Apure). Devido à influência dos afro-Antillean, o tambor e o calypso são importantes no gênero musical Venezueal. Para os jovens (como em outros países latino-americanos), existe uma grande presença de reggeaton.
Joropo estilo musical que lembra a valsa,música típica e música crioula. É também o ritmo folclórico mais popular do país: a conhecida canção "Alma Llanera" é um joropo, considerado o hino nacional da Venezuela.

Muçulmanos e a Música! Lei, Proibição...




Sharia é agora um termo familiar para os muçulmanos e não muçulmanos, que ouvimos em notícias sobre política,questões feministas, terrorismo e civilização.Apesar de ser citado constantemente, poucas vezes é explicado, mantendo-se assim uma imagem obscura e muitas vezes negativa , já que é associado pelos meios de comunicação à amputação de membros, a morte por apedrejamento, a chibatadas e outros castigos medievais. Sendo assim a Sharia difundida como uma legislação injusta imposta sobre pessoas que vivem em nações onde as leis se baseiam nela.
Na realidade, o islamismo trouxe consigo um conjunto de leis que regem a vida do muçulmano, essas leis compõem a Sharia, que é elaborada pela combinação de diversas fontes , incluindo o Alcorão (o livro sagrado dos muçulmanos), os Ahadith (ditos e condutas do Profeta Maomé SAAS) e as Fatwas (decisões dos estudiosos islâmicos para questões do cotidiano, que muitas vezes usam interpretações do alcorão e dos Ahadith)
Na tradição islâmica, Sharia, é vista como algo que alimenta a humanidade.Não como algo primitivo, mas como algo divinamente revelado. Em uma sociedade onde os problemas sociais são endêmicos a Sharia liberta a humanidade alcançando seu maior potencial individual que será somado às realizações de toda uma sociedade. Sendo responsável pela evolução da conduta do ser humano em momentos históricos onde, o mesmo, afastou-se do conceito de civilização. Dessa forma a Sharia representaria a lei de Deus na terra.
“Em verdade, revelamos-te o Livro corroborante e preservador dos anteriores. Julga-os, pois, conforme o que Deus revelou e não sigas os seus caprichos, desviando-te da verdade que te chegou. A cada um de vós temos ditado uma lei e uma norma; e se Deus quisesse, teria feito de vós uma só nação; porém, fez-vos como sois, para testar-vos quanto àquilo que vos concedeu. Emulai-vos, pois, na benevolência, porque todos vós retornáreis a Deus, o Qual vos inteirará das vossas divergências”.
Alcorão, 5:48
Para os muçulmanos, a vida não começa no nascimento, mas muito tempo antes disso. Antes mesmo da criação do primeiro homem. Tudo começou quando Deus criou as almas de todos aqueles que irão existir e lhes perguntou: "Eu não sou o seu Senhor?" Todos eles responderam: "Sim".
Deus decretou para cada alma um tempo na terra para que pudesse julgá-la. Em seguida, após a conclusão dos respectivos termos escolhidos, Ele irá julgá-los e enviá-los ao seu destino eterno: ou uma de felicidade sem fim, ou de uma tristeza eterna.
Esta vida é, então, uma viagem que apresenta aos homens muitos caminhos. Apenas um desses caminhos é claro e direto. Esse caminho é a Sharia.

Proibição da música no Qur’an e na Sunnah

Qur’an e a Sunnah (tradição do profeta) nos dizem que a música é proibida.



“E, dentre os homens, há quem compre falsas narrativas, para, sem ciência, descaminhar os outros do caminho de Allah…” (Qur’an 31:6)


Sobre o comentário deste verso, Ibn Baaz (raw) disse: “’Falsas narrativas’ refere-se à música e coisas relacionadas com ela”.
“E provoca/seduz, com a tua voz, aqueles que puderes, dentre eles; aturde-os com a tua cavalaria e infantaria; associa-te a eles nos bens e nos filhos, e faze-lhes promessas! Qual! Satanás nada lhes promete, além de quimeras”. (Qur’an 17:64)A frase: “E provoca/seduz, com a tua voz, aqueles que puderes…” foi comentada pelo Imam Mujahid: “A voz refere-se a música”. (Ruhul Maani)

O Profeta (sws) ainda menciona: “A música cresce hipocrisia no coração tal como água faz crescer a colheita”.
Então,aqui está a prova concreta que a música é sim proibida no Islam.O único instrumento que é permitido é o “daff” ,mas ele só pode ser usado em ocasiões especiais,como Eids e casamentos.

Vossa Santidade o Papa Bento XVI lança livro falando sobre Música




“Elogiar a Deus com a arte” no qual o Santo Padre “derrama sua paixão pela música e reflete sobre arte, liturgia e teologia”, além de dar uma aproximação crítica a obras de grandes compositores como Schubert, Beethoven e Mozart. 

Conforme informa o jornal La Razón da Espanha, o livro – cuja edição em português ainda não tem data – contém uma introdução de Riccardo Muti, atual diretor do Teatro da Ópera de Roma. No texto o Santo Padre “fala de teologia, do Concílio Vaticano II, de arte e de liturgia” e considera que “a beleza das criações artísticas é uma estupenda maneira de chegar a Deus”. No livro o Papa Bento XVI “agradece aos músicos que tocam para ele nas audiências e atos oficiais” e expressa sua paixão por seu compositor favorito, Mozart, assinalando que “deixa-me acima de tudo uma sensação de gratidão por haver-nos dado tudo isso e pelo fato de que tudo isso tenha sido dado a ele”. 

O Santo Padre faz uma crítica da perspectiva teológica e cristã sobre grandes compositores musicais como Beethoven e o autor austríaco Schubert, dizendo sobre este último que quando inserida um texto poético em sua música produz uma “trama melódica que penetra a alma com doçura, levando a quem o escuta a sentir a mesma chamada à verdade do coração que vai mais adiante do raciocínio sentido pelo músico”. 

Em novembro do ano passado se lançou o disco “Alma Mater”, no qual o Papa Bento XVI fala e canta em cinco idiomas cantos gregorianos e marianos conhecidos. Nesse mesmo mês, sustentou um encontro com 260 artistas na Capela Sixtina no qual recordou a seus compositores a “responsabilidade de comunicar a beleza à sociedade” e sua missão de ser “anunciadores de esperança para a humanidade” através da música.

Foto: Caminho Neocatecumenal 2007

Música Grega



  • A arte musical grega, deixou poucos exemplos registrados (cerca de 40 fragmentos), em diversas descrições e num sistema bastante desenvolvido, mas da música temos  menos relíquias, e suas características ainda permanecem no terreno da conjetura.
  • Tem- se registros que não havia uma forte associação de ética e música entre os romanos, sobre a largamente difundida presença de música em todas as ocasiões da vida, desde as manobras militares e grandes festivais, onde havia performances em larga escala que incluíam centenas de instrumentistas e usando instrumentos de enormes dimensões, como kitharas construídas do tamanho de carruagens, até o uso discreto e doméstico de instrumentos solo. Concursos musicais eram comuns e a educação em música era considerada um sinal de distinção social.



De origem grega, cítara (sitar, kithaar,qitara, kithara. kaithaar, cithara ou qhitara) é um instrumento de cordas que parece metade guitarra e metade harpa. Ele possui a estrutura do dorso da guitarra atual que lembra uma harpa por causa da disposição das cordas.

Muito comum na região da Ásia menor e os músicos que o tocavam eram chamados de citharedes. A sua caixa de madeira é composta por cavidades, lisas ou arqueadas, que fazem a ressonância do som.

A cítara era muito tocada em recitais, rapsódias, odes e músicas eruditas, mas também era encontrada em banquetes da alta sociedade. Diz a lenda que as ninfas dançavam ao som deste instrumento e deve ser por isso que foi incorporado à dança do ventre.



Falando nisso! Dom...


A música é Don de Deus ao homem e é o mais importantes elementos num programa espiritual. Um meio de comunicação com Deus e constitui "um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais" .
Cantando - "podemos mudar  pensamentos e despertar simpatia, promover a harmonia mandar embora a tristeza e os maus pressentimentos. A finalidade da música é servir "a um santo propósito: erguer os pensamentos!
 “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom…” Lá estava o Éden, jardim de Deus...havia no Éden um lugar, mais precisamente um monte santo, onde um querubim especial tinha a responsabilidade do serviço musical. Para isso ele dispunha de alguns instrumentos, entre eles: pífaros e tambores, com os quais cumpria o propósito divino.

Deus adorado através da Música


Segundo a Lei de Moisés, a música que agradava a Deus no Antigo Testamento envolvia o uso de vários instrumentos. Após a travessia do mar Vermelho, Miriã e as mulheres de Israel adoraram a Deus com cânticos, danças e tamborins Os profetas dos tempos de Samuel usavam saltérios, tambores, flautas e harpas.No período de Davi, Deus era adorado com cânticos acompanhados "com instru-mentos músicos" . 1 Crônicas 16 menciona o uso de alaúdes, harpas, címbalos, trombetas e instrumentos de música.Davi deu instruções específicas para o uso desses instrumentos em que a adoração é descrita detalhadamente. A adoração nos dias de Salomão era semelhante: "e quando todos os levitas que eram cantores, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum e os filhos e irmãos deles, vestidos de linho fino, estavam de pé, para o oriente do altar, com címbalos, alaúdes e harpas, e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas.


"Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!" (Salmos 150:3-6).